Mujeres Libres: anarco-feminismo e subjetividade na Revolução Espanhola
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Partindo das questões levantadas pelas teóricas feministas pós-estruturalistas, relativas à produção da subjetividade, focalizo a experiência das militantes anarquistas do Grupo Mujeres Libres, durante a Revolução Espanhola, entre 1936-39.
Considerando a ampla e revolucionária experiência política do Grupo, pergunto se e como o anarco-feminismo praticado por elas criou um modo específico de existência, mais integrado e humanizado, já que crítico das oposições binárias como a que hierarquiza razão e emoção, masculino e feminino; se e como inventou eticamente; se e como pode operar no sentido de reatualizar o imaginário político e cultural de nossa época. Na direção dessas colocações, os conceitos de “subjetivação” e de “artes da existência”, que norteiam as problematizações de Foucault sobre a produção da subjetividade e inspiram as reflexões do feminismo pós-estruturalista são de fundamental importância.
20 pág.
Informação adicional
| Peso | 0,2 kg |
|---|---|
| Dimensões | 15 × 21 × 3 cm |




